ESPELHO D’ÁGUA
Três marrecos a nadar.
Naquele espelho d’água a deslizar.
A desfrutar.
Ó, que lugar!
O branco tão charmoso.
Nadava gostoso.
Todos notaram seu porte de cisne.
Era encantador.
Que amor!
O reflexo das plantas n’água...
Eternizei aquele momento n’alma.
Distante tudo posso rever.
E o sabiá peito vermelho silenciosamente a se
aproximar.
Até agora não entendi como diante daquela beleza ele
conseguia silenciar.
E eu o desejei tanto a cantar.
Para o quadro completar.
SONIA DELSIN

Nenhum comentário:
Postar um comentário